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A Saga Twilight: Eclipse Vista em Cadeira de Espinhos


Na sequela final – nisto, eu a franzir o sobrolho – da trilogia dos best-sellers de Stephenie Meyer, adaptados para o grande ecrãn, A Saga Twilight: Eclipse, o filme, torno-me menos afoito para me render a assistir a este tipo de cinema. Ou seja, as grandes produções dos EUA, neste caso a Summit Entertainment que realizou filmes superlativamente maus com resultados económicos avultadíssimos – é como anda o mundo: perdidos a tramontana –, como Mr. & Mrs. Smith (em 2005) e Resident Evil 3: A Extinção (em 2007). Monturo de fitas. Assim ainda e no medo da imitação servil, porque só penso noutras longas-metragens esbalurtadas, como o vencedor dos Óscares 2010: Estado de Guerra de Kathryn Bigelow (prova irrefutável de patriotismo e de politologias americanas), e, Elizabeth: A Era de Ouro de Shekhar Kapur (outro adágio afectivo patriótico monstruoso pelo lado da Inglaterra). Sobremodo, estou estupidamente inábil para comprar o bilhete pois, se bem que de outro prisma, este ritmo fílmico, já tem vegetação criptogâmica parasita. E o que supra aludi não transborda o copo.

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