Em Outubro de 2008 (num mês frívolo que me ligava uma raigota à crosta térrea como tosca gelada) deixei a realidade e fui-me encantando pelo sonho, ou àquilo que se figurava a ele. Deixei tudo pelo pequeno niquelífero, assim que já sei o que ele é. Isso. Um metal que só os curiosos pela vida sabem que existe – de massa atómica x, y –, o dinheiro que defeca os bolsos, pois toda a matéria é sovina.
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