![]() |
| Cartaz publicitário da Associação ILGA Portugal |
Sobre a publicidade no estado de direito em Portugal; ou a necessidade dela. De dar-lhe existência intrínseca na vida de todos. Ora... Falo da mediática divulgação que a Associação ILGA Portugal, tem reflectido, na minha opinião, muito bem e um pouco menos perfeita, pelos cantos de Lisboa (se bem que aqui a palavra cantos assume por si só o reflexo: sítios escusos). Ou seja, num estado democrático aos arrabaldes do século XXI, primeiro, creio que não faz absoluto sentido este tipo de chamada de atenção pois, a modernidade libertina popular e própria, deveria estar já solenemente transposta para além deste assunto. Segundo, pensamento por princípios democráticos, isto deveria já fazer parte acomodada das atenções; terceiro, uma tarde enquanto fila para o cinema, ouvi sem descuido, um grupo de adolescentes, falarem sobre as pessoas de cor: "Soltava-os a todos num terreno e eram, de seguida, corridos a tiros." Contínuo gargalhar dos outros amigos. Se bem que não tenha entendido a sentença como inequívoca – na minha sincera inocência –, pensei que apenas se davam mostras (desses ainda em crescimento), de insuflada auto-estima ou de fanfarronice.
Não precipito naturalmente que, nos dias de hoje, de liberdade de expressão, ainda se encalhem uns nos outros por meras bagatelas.

Enviar um comentário