
Há terror de assombro extremo quando ataques terroristas insurgem em catadupa no esquecimento atroz do humano; varrem-se vidas e nada é mais sedento que o fumo e o sangue do assalto antecipado. Esta semana. Soube-se. Tornou-se mais quente junto à pele, como ferro de marcar posto em brasa, que dois pacotes armadilhados provenientes do lémen, aterraram em terreno americano em dois aviões de carga oriundos; um, da cidade mais populosa dos Estados Emirados Árabes: o Dubai; o outro, de Inglaterra, alegadamente com destino a duas sinagogas, em Chicago. Jonh Brennan, Conselheiro da Segurança Nacional dos EUA, referiu: sabemos que a Al-Qaeda na Península Arábica, tem tentado levar a cabo ataques contra os interesses americanos e ocidentais, assim como, contra os cidadãos do lémen.
Numa consciência real de impugnação, os principais governos dos EUA têm estado desde 7 de Agosto de 1998, quando a Al-Qaeda fez explodir duas embaixadas estatunienses, uma no Quénia e outra na Tanzânia, provocando a morte de 256 pessoas e ferimentos em 5100, vigilantes aos mais torpes golpes terroristas.
Ainda no reverberar passado do atentado de 12 de Outubro de 2000 contra o USS Cole da marinha americana e, igualmente, o medonho e funestíssimo atentado de 11 de Setembro de 2001, dando tiros contra o World Trade Centre com aviões sequestrados, em Nova Iorque e contra o Pentágono, em Washington, D.C., parece-me contra-ódio não ter fundamentos activistas em oposição ao terrorismo mundial.
Random House, Inc. anuncia o lançamento de Decision Points – as memórias do ex-presidente dos EUA, George W. Bush – para o próximo dia 9 de Novembro.
No diáfano maciço ainda por entender, para a maior parte dos americanos e, para a meritocracia mundial, George Bush, ainda na sombra dos números de baixa popularidade, procura, contar o seu lado da história e reformular o seu legado.
Numa consciência real de impugnação, os principais governos dos EUA têm estado desde 7 de Agosto de 1998, quando a Al-Qaeda fez explodir duas embaixadas estatunienses, uma no Quénia e outra na Tanzânia, provocando a morte de 256 pessoas e ferimentos em 5100, vigilantes aos mais torpes golpes terroristas.
Ainda no reverberar passado do atentado de 12 de Outubro de 2000 contra o USS Cole da marinha americana e, igualmente, o medonho e funestíssimo atentado de 11 de Setembro de 2001, dando tiros contra o World Trade Centre com aviões sequestrados, em Nova Iorque e contra o Pentágono, em Washington, D.C., parece-me contra-ódio não ter fundamentos activistas em oposição ao terrorismo mundial.
Random House, Inc. anuncia o lançamento de Decision Points – as memórias do ex-presidente dos EUA, George W. Bush – para o próximo dia 9 de Novembro.
No diáfano maciço ainda por entender, para a maior parte dos americanos e, para a meritocracia mundial, George Bush, ainda na sombra dos números de baixa popularidade, procura, contar o seu lado da história e reformular o seu legado.
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