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Admito, claramente, que todo o conjunto de manipulações político-económicas, o qual não vou sequer extirpar do PEC – imputando-me descrença ínvia – sobre o estado governamental em que se embebeda o país nesta climatologia de saca pistola-intelecto, sublinha um varonil aviltar.
Todos; por caminhos tortuosos de estreitamento (agora é fazer-me de cómodo egoísta porque, em fim de estação, até gosto de ir a Vila Pouca da Beira, estribar ideias) pois, segundo o líder parlamentar socialista, Francisco Assis: “Temos agora à nossa frente um período relativamente dilatado – três a quatro semanas – que permite aos vários partidos políticos que não tenham uma oposição de fundo à possibilidade de portajar as SCUT. Verifiquei que nem o PSD nem o CDS têm essa opinião de fundo, tal como nós, para que esses partidos possam procurar o entendimento de modo a alcançarmos uma solução que seja consensual”. Ora aí está! Num país onde a corrupção pequenina é a do amigo que agrada ao amigo da amiga que é vizinha; não posso (ou poderei dizer: podemos?) abonar em função de um ou outro sagaz eleito. Motivo: "o aumento do IVA e do IRS que foram decididos pelo Governo para o resto do ano seriam dispensáveis se as SCUT não custassem ao Orçamento do Estado" cerca de 700 milhões de euros – consolidou, ontem, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, no final do assentamento da revisão do Programa do Partido, em Lisboa. A vista sobre. Veremos. Adeus Belmonte! Que ficavas ali em cima, na vizinhança. Alcançava-te numa observância de delícia. E por dinheiro algum. Agora… Converteste-te numa coquette de superfluidade

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