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O Ano da Morte de Ricardo Reis

Ainda no traje de pesar sobre José Saramago: a parecer-se como horas de quietude no acúleo de entre dias; da mesma cortesia, antes no minuto adentro na Assembleia da República, pelo mesmo afigurar e sentimento: “A morte de José Saramago constitui uma perda irreparável para Portugal, para o povo português, para a cultura portuguesa”, manifestou pronúncia a vice-presidente do parlamento, Celeste Correia; neste dia, começou pelas 12 horas, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, a maratona de leitura de O Ano da Morte de Ricardo Reis do escritor, com o acto de início, primeiramente, nas palavras de Pilar del Río.
Sequencialmente, saiu ontem no A Tribuna – a igual circunspecto internacional –, pelos vocábulos da presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Rosely Boschini, um cuidado reparo ao Nobel da Literatura.
Mais uma vez, os meus leais pêsames à Exma. Senhora Pilar del Río, à Exma. Senhora Violante e restante família.

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