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Lars Kepler, o Pseudónimo à Conversa Na Rádio Renascença


No sublevado contínuo da enorme denúncia do policial nórdico O Hipnotista, de Alexandra e Alexander Ahndoril, os réus da demanda do pseudónimo Lars Kepler, cujos sempre foram escritores individuais mas, porque deixaram de defender (lesão mencionada aqui), as suas particulares metáforas, juntando o diferente e o novo, ficaram prenhes deste fenómeno editorial do ano.
Considerado já como semelhante esquivo escrito de um dos mais influentes jornalistas, activistas políticos e escritores suecos: Stieg Larsson, Lars Kepler, peja actualmente, o primeiro lugar nos Tops Europeus – se bem que eu, em reservado, aborreço-me de desagrado com este estrangeirismo.
O Hipnotista, (quase) como a personagem-dentro, Benjamin Bark; adolescente, viu os seus direitos serem vendidos ao cinema e, depois da jornalista Isabel Coutinho, do Público/Ípsilon, ter sido a condutora de uma primeira entrevista ao casal Ahndoril, a convite do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Suécia, a também jornalista Maria João Costa, da Rádio Renascença, aduziu a ouvir, ontem, pelas 23h30, outra seguinte. Inquérito de opinião.

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