
Com a explosiva desgraça e funesta; catástrofe mundial, o meu canto no mundo – esse, no qual digo por escrito –, tornou-se numa incipiente deformação lingual escrita: "Ai corpo! Ai pesar! Ai como não suporto mais os gritos histéricos desses outros!" Como bond correctiva desferrolhada. A padecer por me sentir insuficiente para ajudar incautas realidades, onde, numa Terra em centrifugação célere efectiva, me sublinha o lamentável consenso para um outro acordo (mais punho, menos sombra) cujo, substituísse o Protocolo de Quioto; a morrer em 2012.
Na orla de uma demanda (quase) em evolação, parto-me em pedaços quando, contra essas notícias infundidas em terror, nada posso fazer: "Ai suor! Ai Senhor que me apareces desconhecido!"
Na orla de uma demanda (quase) em evolação, parto-me em pedaços quando, contra essas notícias infundidas em terror, nada posso fazer: "Ai suor! Ai Senhor que me apareces desconhecido!"
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